quinta-feira, 10 de julho de 2014

Projeto Estrada Boiadeira se reúne com trabalhadores do Lote 02

Eles receberam informações sobre a temática Homem e Meio Ambiente em atividade do Programa de Educação Ambiental 
Funcionários dos setores administrativo e de terraplanagem da Iccila, empresa responsável pela pavimentação do Lote 2 da Estrada Boiadeira, entre o município de Tuneiras do Oeste e o distrito de Nova Brasília (Araruna), se reuniram pela primeira vez com integrantes do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (ITTI), responsável pela Gestão Ambiental da obra.

O encontro concentrou 84 trabalhadores e ocorreu no Centro de Convivência da Terceira Idade, em Tuneiras do Oeste. Eles participaram de uma atividade do Programa de Educação Ambiental (PEA) do projeto “Estrada Boiadeira – Sonho que se realiza”, na qual foi discutido o conceito de Meio Ambiente.
A gerente do PEA, Danielle Tortato, abordou a relação entre o homem e o Meio Ambiente com o objetivo de reforçar a necessidade da conservação do ambiente em que vivemos. “No início do trabalho é importante que os trabalhadores entendam o que é o meio ambiente e que nós também fazemos parte dele, pois esse entendimento é fundamental para o desenvolvimento do PEA, visando o alcance da consciência ambiental nos participantes para que realmente ocorra a mudança de comportamento individual e em conjunto”, explica a bióloga.
Para Diovani Remor, engenheiro civil da Iccila, o trabalho realizado pelo PEA irá contribuir de forma decisiva para a mudança de comportamento dos funcionários da empresa, pois irá provocar uma sensibilização, possibilitando a conscientização ambiental. “Muitos trabalhadores são daqui da região, costumavam caçar e causar algum tipo de degradação ao ambiente, como jogar a marmita em qualquer lugar na hora do trabalho. Porém, com as informações que eles estão recebendo, acredita-se que irá ocorrer uma alteração no modo de agir e isso vai ajudar todo mundo”, comenta.
O trabalho do PEA com os trabalhadores da Iccila será realizado de forma periódica até o final das obras, que devem durar 20 meses.

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