sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

PEA promove atividades na semana pedagógica de Tuneiras do Oeste

Durante dois dias a equipe abordou vários temas com professores da rede municipal de ensino, entre eles o trânsito

Professores durante dinâmica coordenada pela gerente de Projetos do PEA
Muito papel cortado, canetinha, música, integração e informação. Assim foram as atividades desenvolvidas pelo Programa de Educação Ambiental (PEA) do projeto “Estrada Boiadeira – sonho que se realiza” durante a semana pedagógica do município de Tuneiras do Oeste, realizada entre os dias 05 e 07 de fevereiro.

Danielle Tortato, bióloga e gerente de projetos do PEA, e o engenheiro ambiental João Sachet, responsável pela Supervisão Ambiental do projeto, realizaram palestras e dinâmicas com mais de 80 professores da rede municipal de ensino que participaram do evento.
Os educadores conheceram um pouco mais sobre projeto “Estrada Boiadeira – sonho que se realiza”, promovido pela Universidade Federal do Paraná por meio do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (UFPR/ITTI). O engenheiro João Sachet explicou sobre a obra que influencia diretamente a região de Tuneiras do Oeste, os impactos ambientais produzidos por ela e como a população está sendo afetada pelo empreendimento.

Meio ambiente
Com objetivo de propor ações educativas, atividades que possam ser feitas com alunos na sala de aula, Danielle organizou uma série de atividades lúdicas. Uma delas foi a Teia da Vida, na qual os participantes tiveram a oportunidade de conhecer uns aos outros. “Mesmo morando em uma cidade pequena, a gente não conhece todo mundo. Foi interessante por causa disso”, diz Maria Scorpion, professora da Escola Maria José.

Em seguida começaram as ações educativas, que foram baseadas em um material didático produzido pelo ITTI. Na primeira atividade os educadores se dividiram em grupos, que representaram as escolas do município, e fizeram dois barquinhos. Em um deles os participantes escreveram aspectos que devem ser melhorados em Tuneiras do Oeste, no outro foram apontadas que agradam aos professores.

A equipe da escola do Distrito de Aparecida do Oeste usou a criatividade para falar sobre a dengue. Eles fizeram máscaras e um pequeno teatro para alertar sobre a doença. “Na nossa escola usamos muito o teatro, desenhos e música para passar informações para as crianças. É mais fácil para elas visualizarem e aprenderem”, explica a professora Aparecida Carvalho Cruz.

Segundo Danielle, o objetivo foi trabalhar a interdisciplinaridade e a transversalidade. “Essa atividade é interessante porque permite diferenciar os dois conceitos pedagógicos, onde são elencados vários problemas e soluções que devem ser trabalhados nas salas de aula. São assuntos que podem ser tratados por professores de várias disciplinas como Ciências, Matemática, Geografia, entre outras. O educador faz o aluno refletir, permitindo o aprendizado extraclasse”, comenta.

Identidade
A música também fez parte da semana pedagógica. Uma das ações propostas pelo ITTI foi ouvir a música “Deus e eu no sertão”, da dupla sertaneja Vitor e Leo, para discutir a valorização do ambiente em que os participantes vivem. “Na canção é retratada uma forma de vida simples, na área rural. A ideia foi que as pessoas refletissem e discutissem sobre a identidade local”, afirma a gerente do PEA.

Trânsito
A pedido da Secretaria Municipal de Educação, o ITTI promoveu uma atividade especial com foco no trânsito. Os professores leram uma história que retratava varias situações comuns no trânsito, como travessia na faixa de pedestre e utilização de passarelas em rodovias.

Divididos em grupos, os professores discutiram sobre as situações apresentadas na atividade. Eles identificaram os personagens apresentados no texto, deram notas para o comportamento de cada um deles e explicaram o motivo de cada nota.  “A intenção foi discutir os valores inseridos em cada situação, o que os participantes consideravam certo e errado. O objetivo era identificar o que as pessoas consideram comum no dia a dia e se esse comportamento pode se chamado de correto só porque todos estão acostumados com ele”, explica Danielle.

Assessoria de comunicação
TTI – Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura
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